O LADO OCULTO - Jornal Digital de Informação Internacional | Director: José Goulão

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O TRIUNFO DA MENTIRA GLOBAL

Não houve qualquer ataque químico em Duma, na Síria, no dia 7 de Abril de 2018. A Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ/OPCW) investigou o local, não detectou vestígios de substâncias tóxicas nem conseguiu contar os mortos, "se é que os houve". As imagens foram encenadas, como têm vindo a denunciar numerosos jornalistas que respeitam a ética da profissão. Esse suposto "ataque", recorda-se, levou os Estados Unidos, a França e o Reino Unido a bombardearem a Síria uma semana depois. No entanto, a informação dominante que intoxicou o mundo com as imagens falsas não restaura agora a verdade nem sequer dá relevo ao relatório da OPAQ. É o triunfo da mentira.

MANJIB: O IMPÉRIO DEVORA OS SEUS PRÓPRIOS SOLDADOS

Em plena polémica sobre a retirada das tropas norte-americanas da Síria, contra a qual se pronunciam desde os democratas a próximos de Trump, eis que um atentado "do Estado Islâmico" mata quatro soldados norte-americanos. Foi em Manjib, Síria, onde existe uma base militar norte-americana, além de ser uma região controlada por milícias curdas protegidas dos Estados Unidos e contrárias à retirada. Um atentado "conveniente", mais um numa guerra que está a servir de laboratório de operações "false flag", de bandeira falsa.

PENTÁGONO REDIFINE OCUPAÇÃO MILITAR DA SÍRIA

O Pentágono e as agências de espionagem estão a incrementar maneiras de manter a ocupação militar na Síria mesmo com a retirada de operacionais.

NEOLIBERALISMO, FUNDAMENTALISMOS E PREGADORES

Religião, Estado, fé e política, uma mistura abusiva que serve de base a nações, a instituições que governam o mundo e que assenta na manipulação do espírito humano.

ISRAEL ESCUDA-SE EM AVIÕES CIVIS PARA ATACAR A SÍRIA

No dia de Natal, seis caças israelitas protegeram-se atrás de voos civis de passageiros para atacar os arredores de Damasco, capital síria. O acto de agressão, que viola normas elementares do Direito Internacional, não mereceu, até agora qualquer palavra de qualquer órgão da ONU, incluindo secretário-geral, e da União Europeia. O acto evidencia duas realidades: Israel sabia que a Síria não ia fazer perigar os aviões de passageiros; o sionismo recorre a todos os meios desumanos para tentar driblar a zona de exclusão aérea instalada para proteger a Síria da agressão internacional.

SÍRIA E RÚSSIA OBRIGAM TRUMP A RETIRAR

Donald Trump mandou retirar as tropas norte-americanas da Síria, embora não deixando claro se mantém o apoio aos grupos terroristas infiltrados no país pelas principais potências da NATO e suas aliadas das ditaduras do Golfo. A decisão foi tomada em menos de dois meses e meio e deve-se a uma mudança da relação de forças no terreno com a entrada em funções dos novos sistemas militares fornecidos pela Rússia: as baterias defensivas S-300 e a zona de exclusão aérea sobre a Síria garantida por meios electrónicos. Desde que estes mecanismos estão operacionais os ataques aéreos da "coligação internacional" foram reduzidos em 80%; e desde 18 de Setembro que Israel não tenta qualquer incursão aérea em espaço sírio.

ATAQUE QUÍMICO A SÉRIO COBERTO PELO SILÊNCIO

A ONU e a comunicação mainstream não se alarmaram, desta feita, com o ataque químico terrorista contra civis em Alepo, na Síria

PENTÁGONO SALVA TERRORISTAS E CHACINA CIVIS

Civis são as vítimas da guerra norte-americana "contra o Daesh", enquanto o Pentágono resgata os terroristas.

PENTÁGONO USA ARMAS PROIBIDAS CONTRA CIVIS SÍRIOS

As forças ocupantes norte-americanas lançam bombas de fósforo branco na Síria contra populações civis, alegando "combater o Daesh"

CHINA VAI GERIR OS PORTOS ISRAELITAS

Uma empresa pública chinesa adquiriu a concessão da exploração dos dois maiores portos israelitas, que representam 90% do movimento portuário do país. Uma alteração regional profunda

TERRORISMO SIONISTA ALIADO AO TERRORISMO ISLÂMICO NA SÍRIA

O terrorismo sionista e o terrorismo islâmico estão irmanados na agressão através da qual uma grande coligação internacional continua a querer destruir a Síria. A colaboração do regime de Netanyahu com a al-Qaida deixou de ser segredo.

SÍRIA: A OFENSIVA DE IDLEB, AS ENCENAÇÕES E O RESTO

A guerra contra a Síria regressa às primeiras páginas. Na iminência de perderem Idleb, o bastião mais importante que ainda têm em seu poder, os batalhões terroristas - "moderados" ou não - e a coligação de potências ocidentais que os sustenta criam um clima de terror e mistificação em que abundam as palavras "massacre" e catástrofe humanitária, sem esquecer o alarme contra um possível novo ataque com "armas químicas". Para isso, os "Capacetes Brancos" estão no terreno com as suas equipas de encenação, à espera do momento indicado pelos serviços secretos britânicos. Tudo para que a agressão continue, apesar das vitórias do exército sírio e seus aliados.

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