SEMANÁRIO DIGITAL DE INFORMAÇÃO INTERNACIONAL | DIRECTOR: JOSÉ GOULÃO

09 NOVEMBRO 2018.0010

Estatuto Editorial

O Lado Oculto é uma publicação electrónica de informação internacional por assinaturas, em Português e com periodicidade semanal.

O Lado Oculto tem como subtítulo a frase Antídoto para a propaganda global, definindo assim um carácter editorial distinto da informação dominante e de grande consumo, monopolizada e manipulada, ao nível planetário, por dezena de meia de conglomerados económico-financeiros privados.

O Lado Oculto é uma publicação jornalística elaborada apenas por jornalistas profissionais com carreiras consolidadas que recorrem a investigações e fontes próprias, responsabilizando-se pelo cruzamento das informações assim obtidas de modo a assegurar o máximo de rigor e credibilidade dos textos que torna públicos.

O Lado Oculto é um meio de comunicação independente de instituições e entidades estatais, públicas, privadas ou sociais; também não depende de qualquer forma de mecenato.

O Lado Oculto depende apenas dos seus assinantes, através das modalidades de assinatura estabelecidas e que podem ser reforçadas com as contribuições facultativas veiculadas a título meramente voluntário.

O Lado Oculto define como objectivo central do projecto o de proporcionar, aos seus assinantes, conteúdos informativos de produção própria sobre temas, acontecimentos, factos e versões de ocorrências da situação internacional que, por razões várias, algumas de índole censória, não é comum encontrar na comunicação global dominante.

O Lado Oculto identifica-se com a democracia – não apenas a entendida como “representativa”, e que tende para se transformar em modelo único e exportável, por vezes através de guerras de agressão – mas sim nas formas que resultam de mecanismos institucionalmente legitimados para expressão, reconhecimento e respeito da vontade soberana de comunidades de cidadãos locais, regionais, nacionais e multinacionais.

O Lado Oculto combate, enquanto meio de comunicação comprometido com a genuína liberdade de informação, quaisquer violações de direitos humanos, não esquecendo as que são cometidas por instituições e entidades nacionais e transnacionais autointituladas defensoras dos direitos humanos.

O Lado Oculto combate e denuncia todas as formas de agressão contra o planeta e a natureza, não pactuando com qualquer justificação economicista ou argumentos relacionados com o crescimento económico para prosseguir a devastação da Terra.

O Lado Oculto declara-se contra a violência exercida sobre animais, os atentados à vida selvagem e as práticas conducentes a desequilíbrios ambientais.

O Lado Oculto repudia toda e qualquer forma de discriminação de cidadãos ou comunidades de cidadãos, designadamente as fundamentadas em género, origem, cor da pele, opção sexual, escolha religiosa ou não-religiosa, classe social, nacionalidade, tradições e supostos hábitos culturais ancestrais.

O Lado Oculto compromete-se a assegurar o respeito pelos princípios deontológicos e pela ética profissional dos jornalistas, assim como pela boa fé dos leitores.

O Lado Oculto declara-se comprometido, acima de tudo, com a liberdade, a cidadania e a dignidade do ser humano, detectando, investigando e desmascarando todas as formas de discriminação, autoritarismo e opressão individual e colectiva, incluindo as que são praticadas em nome do “sistema de mercado” e dos supostos princípios que garantem a “liberdade do mercado”.

O Lado Oculto declara-se um defensor intransigente da paz, contra todas as formas de terrorismo e de guerra de agressão, incluindo – por maioria de razão – as que são iniciadas e conduzidas invocando alegadas motivações democráticas, pacificadoras e humanitárias.

Julho de 2018

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