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“ACORDO DO SÉCULO” IMPÕE A EXTINÇÃO DOS PALESTINIANOS

A compra da naturalização dos refugiados palestinianos com muito dinheiro oferecido aos países de acolhimento, mirabolantes trocas de pedaços de territórios continentais e insulares, projectos industriais e tecnológicos de encher o olho e ainda a transferência de populações integram o pacote económico do chamado “Acordo do Século” através do qual Trump e Netanyahu pretendem “resolver” o problema central do Médio Oriente – a questão palestiniana. Em termos práticos, trata-se de erradicar a nacionalidade palestiniana, isto é, os palestinianos. Uma forma de “solução final”.

NETANYAHU FALHOU: ISRAEL VOLTA ÀS URNAS

Netanyahu teve sete semanas para constituir uma coligação governamental e falhou. Faltou-lhe um deputado. Os israelitas voltam às urnas em Setembro.

ATÉ AO ÚLTIMO DOS PALESTINIANOS…

O que está em curso há mais de setenta anos contra o povo palestiniano é um genocídio. Bárbaro. Impune. Ignorado. Branqueado por uma “comunidade internacional” que repudia o próprio direito pelo qual deveria guiar-se; e por uma comunicação social vesga e totalitária que tomou conscientemente o partido dos genocidas, pelo que chega ao comportamento perverso de acusar as vítimas de práticas terroristas.

WASHINGTON FABRICA PRETEXTO PARA ATACAR O IRÃO

Os Estados Unidos colocaram o porta-aviões Abraham Lincoln e o respectivo grupo de combate na área de intervenção do Médio Oriente. John Bolton, o fascista que chefia o Conselho Nacional de Segurança, explicou esse movimento de uma forma suficientemente vaga para nela caber um pretexto, por mais absurdo que seja, para atacar militarmente o Irão. Em causa estão, para Bolton, actos atribuíveis não apenas a tropas regulares do Irão, à Guarda Revolucionária ou ainda a qualquer milícia xiita do Líbano ao Iémen. A equipa de sociopatas da administração Trump está cada vez mais à solta e sem limites.

EUA E ISRAEL PLANEIAM GUERRA CIVIL NO LÍBANO

Israel e os Estados Unidos têm projectos para desencadear uma guerra civil no Líbano que conduza ao desmantelamento do Hezbollah. O plano já chegou às mãos do presidente libanês

O IMPÉRIO MOVE-SE A PETRÓLEO

Sanções para um lado, golpes de Estado para outro, invasões militares, ameaças, chantagens para outros, os Estados Unidos desdobram-se em actividades que muitas vezes têm em comum um sinal - um rasto de petróleo. O império move-se a hidrocarbonetos no quadro de uma estratégia que é, de facto, elaborada e afinada com o objectivo de controlar globalmente a energia. O petróleo não explica tudo, mas diz muita coisa.

ISRAEL QUER MAIS: “CHEGOU A HORA DA CISJORDÂNIA”

O Grande Israel é o limite. Depois de Jerusalém e dos Montes Golã, políticos israelitas pedem já a Trump que reconheça o território palestiniano da Cisjordânia como parte de Israel.

LÍBANO RESISTE À INVESTIDA COLONIAL DE POMPEO

O secretário de Estado norte-americano, Michael Pompeo, foi a Beirute fazer exigências ao Líbano para proveito de Israel; a diligência colonial não foi bem sucedida

EUA E ISRAEL PREPARAM GUERRA NOS MONTES GOLÃ

Os Montes Golã, ocupados por Israel à Síria, são cenário de uma guerra anunciada e que terá também o Irão no horizonte. Os Estados Unidos preparam-se para reconhecer a anexação do território por Israel, sobretudo devido à existência já comprovada de importantes reservas de petróleo que Washington e Telavive acordaram explorar em consórcio. A anexação, além de violar o direito internacional, poderá ser o detonador de nova fase da guerra contra a Síria, que os Estados Unidos e Israel desejarão estender contra o Irão e o Hezbollah libanês.

IRÃO É PRETEXTO PARA ATACAR A VENEZUELA

O núcleo de falcões que gere a política externa dos Estados Unidos associa o Médio Oriente à Venezuela para ampliarem os pretextos de guerra

ISRAEL ESCUDA-SE EM AVIÕES CIVIS PARA ATACAR A SÍRIA

No dia de Natal, seis caças israelitas protegeram-se atrás de voos civis de passageiros para atacar os arredores de Damasco, capital síria. O acto de agressão, que viola normas elementares do Direito Internacional, não mereceu, até agora qualquer palavra de qualquer órgão da ONU, incluindo secretário-geral, e da União Europeia. O acto evidencia duas realidades: Israel sabia que a Síria não ia fazer perigar os aviões de passageiros; o sionismo recorre a todos os meios desumanos para tentar driblar a zona de exclusão aérea instalada para proteger a Síria da agressão internacional.

GUERRAS DO GÁS AGRAVAM TENSÕES NO MEDITERRÂNEO

São vários os países envolvidos numa luta de interesses, com contornos militares, pela exploração de gás natural no Mediterrâneo Oriental

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