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UCRÂNIA, O EXEMPLO DA CORRUPÇÃO POLÍTICA OCIDENTAL

São frequentes os episódios em que as circunstâncias se alinham para ilustrar o lamaçal em que funciona, nos dias de hoje, a política que nos é servida como padrão da democracia. Porém, talvez nenhum seja tão completo e revelador do que o suscitado pelo recente telefonema do presidente dos Estados Unidos ao presidente da Ucrânia pedindo-lhe para investigar as actividades ucranianas do anterior vice-presidente dos Estados Unidos.

É HORA DE A ONU SAIR DOS ESTADOS UNIDOS

Com uma perigosa administração de direita, de cariz fascista, no governo em Washington, rejeitando o direito internacional e a prática de consensos, chegou a hora de as Nações Unidas e as missões permanentes dos Estados membros mudarem para um local mais neutro.

RAZÕES DO CARINHO EUROPEU PELO TERRORISMO SAUDITA

Londres, Paris e Berlim não têm dúvidas: foi o Irão quem atacou a Arábia Saudita em meados de Setembro. O milionário negócio de armas com Riade garante tanta certeza num cenário de confusão

ATAQUE À ARÁBIA SAUDITA: FACTOS E MISTÉRIOS

Ao princípio foi um ataque a campos petrolíferos sauditas lançado pela resistência iemenita. Agora, passada mais de uma semana, as certezas iniciais foram-se esbatendo para dar lugar a um conjunto de factos debatendo-se numa teia de mistérios e alimentando uma enorme confusão – boa para os pescadores globais de águas turvas. Entre os quais os grandes especuladores financeiros, os adeptos da bolha da dívida, os amantes das “crises do petróleo” e os fanáticos da necessidade de uma guerra contra o Irão.

TRÊS FUNDAMENTALISMOS MODELAM O MÉDIO ORIENTE

Três fundamentalismos político-religiosos continuam a modelar um novo Médio Oriente, perante a complacência do mundo, a inércia da ONU e a cumplicidade activa da União Europeia. A partir do eixo Washington-Telavive-Riade, os fundamentalismos cristão anglo-saxónico, sionista e islâmico tratam de eliminar os obstáculos à sua afirmação plena na região, seja na Síria, no Iraque, na Palestina. Percebendo-se assim por que o Irão está debaixo de fogo.

GUERRA DO IÉMEN: SAQUE DE PETRÓLEO E JOGO ESTRATÉGICO

Numa altura em que alguns meios de comunicação da ortodoxia neoliberal parecem ter acordado para uma agressão militar que dura há mais de cinco anos – e manipulam as circunstâncias do conflito – informações sobre o comportamento da Arábia Saudita no Iémen confirmam que se trata de uma guerra colonial para saque das riquezas naturais iemenitas, com o petróleo à cabeça. E também de uma estratégia contra o Irão.

WASHINGTON FAZ GUERRA À SÍRIA “PARA DEFENDER ISRAEL”

Três quartos dos membros do Congresso dos Estados Unidos e dos dois partidos escreveram uma carta ao presidente revelando o que toda a gente calcula mas Washington não ousa admitir: que mantém as tropas na Síria e o projecto de desmantelamento deste país para favorecer os interesses de Israel. Elaborada com o intuito de fornecer ao presidente elementos para fazer avançar uma estratégia clara para a Síria, dir-se-á que a carta foi escrita por dirigentes e lobistas de Israel e apenas assinada e enviada pelos congressistas. De acordo com o conteúdo da missiva, a segurança de Israel parece sobrepor-se aos interesses nacionais dos Estados Unidos.

A ARMA DAS SANÇÕES: GUERRA, TORTURA, MORTE LENTA

Depois de se ter retirado unilateralmente do acordo nuclear com o Irão no ano passado, a Casa Branca anunciou em Abril que o seu objectivo é “levar as exportações iranianas a zero”. Para tentar que isso aconteça, Washington deixou de permitir que países como a Índia, a China, o Japão, a Turquia e a Coreia do Sul importem petróleo iraniano: os Estados Unidos ditam a países soberanos com quem podem negociar.

É OFICIAL: ESTADOS UNIDOS NA GUERRA CONTRA O IÉMEN

A notícia de que um drone militar norte-americano foi abatido sobre a cidade portuária de Hodeida, na costa oeste do Iémen, provocou grande revolta entre os habitantes porque confirma o envolvimento directo dos Estados Unidos na guerra de agressão contra o país que, segundo a ONU, provocou a pior crise humanitária do mundo e deixa quase 25 milhões de pessoas a necessitar de ajuda urgente.

OS HOUTHI LUTAM PELA SOBERANIA DO IÉMEN

Os agressores do Iémen acusam os Houthi de estarem às ordens do Irão para tentarem desacreditar e minar a luta em defesa da soberania do país. E para provocarem guerra contra Teerão.

QUEM GANHA COM A “SABOTAGEM” NO GOLFO?

Uma suposta "sabotagem" de petroleiros sauditas é noticiada depois de uma chuva de advertências de Washington contra "ameaças iranianas". Muito conveniente para criar um clima de guerra.

WASHINGTON FABRICA PRETEXTO PARA ATACAR O IRÃO

Os Estados Unidos colocaram o porta-aviões Abraham Lincoln e o respectivo grupo de combate na área de intervenção do Médio Oriente. John Bolton, o fascista que chefia o Conselho Nacional de Segurança, explicou esse movimento de uma forma suficientemente vaga para nela caber um pretexto, por mais absurdo que seja, para atacar militarmente o Irão. Em causa estão, para Bolton, actos atribuíveis não apenas a tropas regulares do Irão, à Guarda Revolucionária ou ainda a qualquer milícia xiita do Líbano ao Iémen. A equipa de sociopatas da administração Trump está cada vez mais à solta e sem limites.

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