O LADO OCULTO - Jornal Digital de Informação Internacional | Director: José Goulão

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COLONIALISMO EM MARCHA, HOJE COMO ONTEM

Portugal e a Itália estão entre os países subcontratantes do Pentágono no Mediterrâneo e em África. Se bem que o Comando Africano dos Estados Unidos (AfriCom) permaneça ainda na Alemanha, Washington delegou uma parte das missões marítimas e todas as operações terrestres na Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Estónia, Noruega, Holanda, Portugal, Reino Unido, Suécia e República Checa, sob comando da França. A parte norte-americana conserva, bem entendido, o controlo das operações, designadamente por via aérea. Velhos e novos aparelhos coloniais em marcha, travestidos de “missões de paz”, actuam além-fronteiras para servirem interesses estratégicos e económicos. O exemplo de Itália.

SÍRIA LIBERTA A ESTRADA PRINCIPAL DO PAÍS

O ministro dos Transportes da Síria, Ali Hammoud, anunciou terça-feira, dia 25 de Fevereiro, a libertação total da principal via de comunicação do país, a Autoestrada M5, que liga de norte a sul as mais importantes cidades do país: Alepo, Hama, Homs e Damasco. A estrada tem estado cortada em vários sectores desde meados de 2012.

AVENTURAS E DESVENTURAS DO SULTÃO ERDOGAN NA GUERRA DA SÍRIA

O chefe do regime fundamentalista turco, Recep Tayyip Erdogan, é o responsável pela reactivação da guerra da Síria através do seu crescente envolvimento militar, ao lado dos terroristas, para impedir que a província de Idleb seja libertada pelas tropas de Damasco. Ao fazê-lo, o sultão neo-otomano cumpre orientações geoestratégicas de Washington, contra movimentos russos e chineses em direcção ao Mediterrâneo Oriental, mas caiu no que pode ser uma armadilha: sob o poder aéreo russo, as tropas ocupantes turcas estão cercadas pelo Exército Sírio por todos os lados menos por um: o que permite o regresso ao seu país. As “linhas vermelhas” de Damasco e, sobretudo, de Moscovo quanto ao que Ancara tem a fazer, no âmbito do acordo de Sochi de 2018, são irredutíveis.

TERRORISMO EM XINJIANG, UMA ARMA DE WASHINGTON

O separatismo na região autónoma chinesa de Xinjiang e a “libertação do povo uigure surgem nos menus ocidentais para “democratizar” a China, mas a realidade nada tem a ver com as intenções proclamadas e a verdadeira situação no território. Além de Xinjiang ter dado o salto do feudalismo para a modernidade em algumas décadas, a região desempenha um papel fulcral nas acções chinesas de internacionalização. Daí que os Estados Unidos e aliados não tenham hesitado em criar e manipular grupos terroristas “uigures” da família da al-Qaida que tanto estão activos internamente como podem ser exportados temporariamente, como aconteceu na guerra contra a Síria.

NATO FEZ DA LÍBIA UM NINHO DO TERRORISMO INTERNACIONAL

Depois de a NATO ter "libertado" a Líbia, este país transformou-se na placa giratória do terrorismo na sua versão "jihadista", provocando tragédias em pelo menos 14 nações.

ARÁBIA SAUDITA “ADIVINHOU” ATENTADOS NO SRI LANKA

A Arábia Saudita preveniu o pessoal da sua embaixada no Sri Lanka para não se aproximar de igrejas cristãs durante a Páscoa. Riade "adivinhou" os atentados terroristas

O MARTÍRIO DE JULIAN ASSANGE NAS MÃOS DO BIG BROTHER

Sobre Julian Assange continua a pender a sede de vingança norte-americana, sob capa de "justiça". E até os jornalistas mainstream ignoram quem tanto dignifica a profissão, por procurar e difundir a verdade escondida

ISRAEL COM A ÍNDIA NA GUERRA DE CAXEMIRA

A Índia é o maior cliente militar de Israel; os primeiros-ministros extremistas e nacionalistas trocam afinidades ideológicas viradas contra os vizinhos muçulmanos.

MANJIB: O IMPÉRIO DEVORA OS SEUS PRÓPRIOS SOLDADOS

Em plena polémica sobre a retirada das tropas norte-americanas da Síria, contra a qual se pronunciam desde os democratas a próximos de Trump, eis que um atentado "do Estado Islâmico" mata quatro soldados norte-americanos. Foi em Manjib, Síria, onde existe uma base militar norte-americana, além de ser uma região controlada por milícias curdas protegidas dos Estados Unidos e contrárias à retirada. Um atentado "conveniente", mais um numa guerra que está a servir de laboratório de operações "false flag", de bandeira falsa.

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