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O LADO OCULTO - Jornal Digital de Informação Internacional | Director: José Goulão

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WASHINGTON PEDE À NATO QUE APOIE TERRORISTAS NA SÍRIA

O chamado “enviado especial” dos Estados Unidos para a guerra contra a Síria, James Jeffrey, pediu a vários países da NATO para darem maior “ajuda directa” à Turquia na invasão militar efectuada em território sírio para socorrer as forças terroristas da al-Qaida. Segundo Jeffrey, Washington pretende que outras nações “façam mais” no contexto do “conflito sírio”.

CESSAR-FOGO EM IDLEB NÃO PROTEGE OS TERRORISTAS

Um cessar-fogo entrou em vigor na província síria de Idleb às 0 horas de 6 de Março na sequência de um encontro em Moscovo entre os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da Turquia, Recep-Tayyip Erdogan.

TURQUIA INVADE SÍRIA PARA SALVAR AL-QAIDA

Reintegrando-se plenamente na estratégia norte-americana e da NATO de impedir o restabelecimento da soberania da Síria sobre a totalidade do território do país, assegurando assim a continuação da guerra, a Turquia está a efectuar uma verdadeira invasão militar do país vizinho com tropas e armamento pesado. Apoiando todos os grupos terroristas infiltrados na região, extremistas ou “moderados”, as tropas turcas têm vindo a entrar em confronto directo com o exército regular da Síria para evitar, a todo o custo, a libertação total da província de Idleb e de zonas da província de Alepo em poder da al-Qaida. A Rússia tenta ainda reduzir o nível de violência, mas há registo do envolvimento de tropas invasoras norte-americanas em acções contra populações sírias. A estratégia da NATO na região é cada vez mais perigosa.

ESCÂNDALO: FALSIFICADOS OS RELATÓRIOS DE ATAQUES QUÍMICOS

Documentação fidedigna entregue ao website WikiLeaks por um membro da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ, OPCW em inglês) confirma que esta entidade falsificou relatórios sobre supostos ataques químicos na Síria de maneira a responsabilizar o governo de Damasco pelo crime. Um desses acontecimentos falsificados esteve na origem no ataque com mísseis de cruzeiro contra território sírio realizado por Estados Unidos, França e Reino Unido em 14 de Abril de 2018.

DE COMO O OCIDENTE SE ENGANOU NA SÍRIA

Tal como aconteceu com Saddam Hussein e Muammar Khaddafi, as grandes potências ocidentais traçaram o mesmo futuro a Bachar al-Assad: o desaparecimento político, ou mesmo físico. Porém, os terroristas "moderados" apoiados pelo Ocidente na guerra contra a Síria transformaram-se numa apocalíptica máquina de morte e, apesar disso, Bachar al-Assad emergiu como vencedor do conflito e tendo ao lado uma grande potência, a Rússia. Mais uma vez o Ocidente tomou os desejos por realidades, leu a narrativa dos acontecimentos ao contrário e saiu humilhado. Só que isso custou milhões de vítimas, uma crise de refugiados e deixou um país e um povo em ruínas.

RESPOSTA DO HEZBOLLAH FAZ RECUAR ISRAEL

O secretário-geral do Hezbollah prometeu e cumpriu: uma semana depois de Israel ter morto dois técnicos do grupo num ataque contra a Síria e de ter atacado os arredores de Beirute chegou a anunciada represália. Os mísseis disparados pela organização de resistência libanesa não se limitaram a liquidar o alvo e a obrigar o exército de Israel a recuar e a abandonar uma base militar no norte do país; puseram termo a uma escalada de violência ao nível de 2006 e demonstraram uma nova capacidade do movimento libanês para por Israel em respeito e atingir qualquer região deste país. A notícia não correu mundo, mas a relação de forças está diferente: o potencial balístico do Hezbollah revela um caminho para a paridade táctica com o Estado sionista.

CAPACETES BRANCOS: FIM DO MITO DO TERRORISMO “HUMANITÁRIO”

Os patrocinadores ocidentais dos terroristas actuando na Síria designados White Helmets (Capacetes Brancos), e que se afirmam como “grupo humanitário”, começam a acordar para o facto de o seu amor pelos mercenários ser mais prejudicial do que benéfico – o que lhes levanta agora vários problemas.

MANJIB: O IMPÉRIO DEVORA OS SEUS PRÓPRIOS SOLDADOS

Em plena polémica sobre a retirada das tropas norte-americanas da Síria, contra a qual se pronunciam desde os democratas a próximos de Trump, eis que um atentado "do Estado Islâmico" mata quatro soldados norte-americanos. Foi em Manjib, Síria, onde existe uma base militar norte-americana, além de ser uma região controlada por milícias curdas protegidas dos Estados Unidos e contrárias à retirada. Um atentado "conveniente", mais um numa guerra que está a servir de laboratório de operações "false flag", de bandeira falsa.

AS FALÁCIAS TRÁGICAS DA GUERRA E DO TERRORISMO

O segredo para combater o terrorismo não é enviar mais tropas fingir que o combatem; é deixar de financiá-lo e armá-lo.

“ATAQUE QUÍMICO” EM IDLEB: OS SEGREDOS DA ENCENAÇÃO

Saiba aqui como os "Capacetes Brancos", um ramo dos serviços secretos britânicos, encenam um falso "ataque químico" na Síria para acusar o governo de Damasco e proporcionar nova agressão norte-americana para defende a al-Qaida

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