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NATO FEZ DA LÍBIA UM NINHO DO TERRORISMO INTERNACIONAL

Depois de a NATO ter "libertado" a Líbia, este país transformou-se na placa giratória do terrorismo na sua versão "jihadista", provocando tragédias em pelo menos 14 nações.

AMNISTIA INTERNACIONAL AFINADA COM O IMPÉRIO

A Amnistia internacional é juiz na Venezuela ouvindo apenas o lado da extrema-direita. Problema: o seu conceito de "direitos humanos" coincide com o dos agressores norte-americanos

IDEIA DAS “SABOTAGENS IRANIANAS” JÁ TEM 10 ANOS

Os "incidentes" com petroleiros no Médio Oriente sucedem-se. Tal como se sucedem as acusações proferidas pelos mais altos responsáveis norte-americanos contra o Irão, sem exibirem qualquer prova do que dizem e ignorando as veementes negativas de Teerão. Escutando os tambores de guerra norte-americanos contra o Irão, já não surpreende que aconteçam coisas estranhas e pouco explicadas como os "incidentes" deste tipo. Tanto mais que já há 10 anos um poderoso think tank norte-americano, a Brookings Institution", teorizava sobre a utilidade das "provocações iranianas", em relação às quais, aliás, Teerão era "muito reservado". Isto é, não "colabora" muito.

O SUJO ENIGMA GEOPOLÍTICO DA TRAGÉDIA DO MH17

Golpe na Ucrânia, administração Obama e oligarcas ucranianos: vértices de um triângulo sujo ligado à tragédia do derrube do MH17 e que o primeiro-ministro da Malásia colocou em escrutínio.

MAURÍCIO MACRI, A FOTO E A ARGENTINA

Numa só fotografia de um acto oficial militar concentra-se a Argentina neoliberal de Maurício Macri, uma corte cheirando a armas, tráfico e sangue que remete para os tempos negros da ditadura 1976/1983

IRÃO MANTÉM-SE DENTRO DO ACORDO NUCLEAR

O Irão respeita o acordo internacional sobre utilização de energia nuclear, de acordo com o último relatório de inspecção da Agência de Energia Atómica

O IRÃO E OS IDIOTAS ÚTEIS

O Brasil e Israel reuniram-se sobre uma eventual agressão ao Irão. Bolsonaro compromete assim as relações com o quinto mercado comercial do Brasil, com um superávite superior a 16 mil milhões de dólares.

PORTUGAL PARTICIPA NO CONFISCO DE BENS À VENEZUELA

Participação na extorsão, pelo Banco de Inglaterra, de 1359 milhões de dólares de ouro ao Estado venezuelano; confisco de 1543 milhões de euros pelo Novo Banco. Pelo menos três mil milhões de euros é o montante da delapidação de bens do povo venezuelano em que o governo de Portugal está envolvido, directa e indirectamente. Dinheiro que Caracas não pode usar para comprar medicamentos e outros bens de primeira necessidade e que é parte de uma guerra sem tropas, mas letal, conduzida pelos Estados Unidos. Os portugueses têm o direito de conhecer a realidade desta cumplicidade, mas o governo ainda tenta disfarçar, com o silêncio, que está ao lado da administração fascista norte-americana nesta atrocidade contra a democracia, os direitos humanos e a soberania dos povos

O IMPÉRIO MOVE-SE A PETRÓLEO

Sanções para um lado, golpes de Estado para outro, invasões militares, ameaças, chantagens para outros, os Estados Unidos desdobram-se em actividades que muitas vezes têm em comum um sinal - um rasto de petróleo. O império move-se a hidrocarbonetos no quadro de uma estratégia que é, de facto, elaborada e afinada com o objectivo de controlar globalmente a energia. O petróleo não explica tudo, mas diz muita coisa.

“NITRO ZEUS” E O APAGÃO NA VENEZUELA

Um vírus produzido nos Estados Unidos, com o nome de código "Nitro Zeus" é a arma cibernética usada pela administração para provocar os apagões sucessivos na rede de energia eléctrica da Venezuela

GUERRA DOS EUA “CONTRA O TERRORISMO” TRAVA-SE EM 80 PAÍSES

Sob disfarces vários, mas sob o mesmo pretexto, os Estados Unidos travam a "guerra contra o terrorismo" em 80 países, isto é, 40% das Nações da Terra. Em combate aberto ou sob as capas de "treino" e "assistência", o corpo expedicionário norte-americano é global e imperial, ao mesmo tempo que os efectivos terroristas e o número de organizações terroristas não deixaram de crescer e alastrar desde que o combate foi declarado, a seguir aos mal explicados atentados de 11 de Setembro de 2001. A situação deixa numerosas perguntas no ar, a que os governos, a começar pelo dos Estados Unidos, e as instituições internacionais não estão interessados em responder.

WASHINGTON HUMILHA A UNIÃO EUROPEIA

O episódio, ainda não resolvido, da despromoção da Embaixada da União Europeia em Washington para o estatuto de "organização internacional" é humilhante para Bruxelas

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