O LADO OCULTO - Jornal Digital de Informação Internacional | Director: José Goulão

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ISRAEL VEDA GAZA COM UM MURO DE 65 KM

Israel completa a transformação de Gaza num campo de concentração vedando o território com um muro de 65 quilómetros e seis metros de altura.

WASHINGTON SAI DO INF: NOVO PASSO PARA A GUERRA NUCLEAR

A saída dos Estados Unidos do acordo sobre armas nucleares de médio alcance (INF) não é o mero abandono de um tratado internacional. Trata-se de um novo passo norte-americano para a admissibilidade da guerra nuclear, sendo de prever igualmente a saída do tratado de mísseis estratégicos (START). A razão imediata, não assumida pelo Pentágono, é criar um cerco nuclear à China. Os planos, porém, são mais vastos, à medida do desespero e do aventureirismo de um imperialismo falido. Para isso se fabricam bombas nucleares de potências menores, para serem mesmo utilizadas. O perigo para a vida na Terra é real.

HUMBOLDT, A VENEZUELA E A TRAIÇÃO DA EUROPA

Dois séculos e meio depois do nascimento, a obra humanista e de visão integral do cientista alemão Alexander von Humboldt é de uma actualidade flagrante, até quando denuncia a traição da Europa para com a América Latina.

TELEFONEMA DE WASHINGTON FEZ AVANÇAR GUAIDÓ

O vice-presidente norte-americano, Michael Pence, telefonou a Juan Guaidó e disse-lhe para se intitular "presidente da Venezuela". Para "restaurar a democracia"...

AS ARMAS DO FUTURO E A DEFESA NACIONAL

O desenvolvimento tecnológico, a instabilidade global e agressividade neoliberal estão por detrás de novas gerações de armas incluindo robots assassinos agido por conta de um algoritmo

RELATÓRIO SECRETO DA UE RECONHECE “DISCRIMINAÇÃO” DOS PALESTINIANOS

Um relatório diplomático secreto da União Europeia revela que os palestinianos são vítimas de "discriminação" por parte de Israel e que a solução de dois Estados pode estar comprometida.

ABRAMS: “RESTABELECER DEMOCRACIAS” É COM ELE

Se o objectivo é "restabelecer a democracia" na Venezuela, Trump e os seus falcões não poderiam ter escolhido melhor para assessorar o presidente "interino", Juan Guaidó, nesta tarefa. Elliot Abrams, o eleito, traz com ele um vasto currículo de 40 anos de experiência em golpes, conspirações, montagem de esquadrões da morte e operações terroristas, assassínios, acções clandestinas e guerras civis, sobretudo na América Latina - mas também no Médio Oriente. Não lhe falta sequer a experiência de ter tentado um primeiro golpe na Venezuela, em 2002, contra Hugo Chávez. "Restaurar a democracia"? O homem certo no lugar certo. Como o governo português sabe, por certo.

CONSELHO DE SEGURANÇA DESAUTORIZA GOLPISTAS

As intenções golpistas dos Estados Unidos e aliados em relação à Venezuela não encontraram eco no Conselho de Segurança da ONU, praticamente dividido ao meio sobre o assunto. Além de não caber no âmbito da ONU pronunciar-se sobre questões internas de uma nação soberana, sete dos 15 membros do Conselho de Segurança, entre os quais China e Rússia, não deram andamento aos pretextos de Washington e alguns aliados europeus, o que evitou a repetição das decisões que geraram o caos na Líbia e no Iraque. A reunião de Nova York foi também muito elucidativa quanto aos papéis nefastos de António Guterres e Federica Mogherini.

UNIÃO EUROPEIA AO LADO DE TRUMP CONTRA A VENEZUELA

A União Europeia, com o governo português na linha da frente, colocou-se ao lado de Trump no golpe contra a Venezuela. Ao lado… para já não; os dirigentes europeus deram uma semana ao presidente legítimo, Nicolás Maduro, para convocar eleições - que aliás foram realizadas há oito meses; caso contrário reconhecem o mesmo "presidente interino" que os Estados Unidos indicaram. Um disfarce de uma semana para tentar manter aparências é uma atitude caricata que deixa a União a um nível rasteiro de subserviência a Trump. Sob ultimatos sucessivos e intervenção militar em preparação, no horizonte da Venezuela e dos povos da América Latina levantam-se terríveis ameaças contra milhões de pessoas, entre as quais a comunidade portuguesa - vítima da armadilha que lhes foi montada com a ajuda de quem manda em Lisboa.

ISRAEL, ORDEM PARA MATAR

Os bombardeamentos israelitas contra a Síria não visam alvos iranianos, como afirma a propaganda; são parte da preparação para uma guerra de grande envergadura abrangendo também o Irão

ESPIONAGEM DOS EUA TEIMA EM FUGIR ÀS LEIS

Não há leis que a detenham. Seis anos passados sobre as denúncias de Edward Snowden, a NSA continua a espiar cidadãos fora das leis e a partilhar os dados com os "aliados"

OEA NÃO APOIA GOLPE NA VENEZUELA

O golpe na Venezuela teve o seu primeiro grande tropeção diplomático: não existiu a maioria necessária entre os 34 membros da OEA para apoiar a proclamação de Juan Guaidó como "presidente interino" da Venezuela. Apesar das pressões de Trump, feitas directamente pelo ex-patrão da CIA, Michael Pompeo, os 16 Estados apoiantes do golpe não chegaram sequer para formar metade da Organização dos Estados Americanos, quanto mais os 23 necessários regimentalmente. Entre os grandes derrotados estão, além de Pompeo, Luís Almagro, o próprio secretário-geral da OEA, e os chefes dos regimes da Argentina e do Brasil. Fora da OEA, o ministro português dos Negócios Estrangeiros assumiu uma benigna posição favorável ao golpe, contra os interesses da comunidade portuguesa na Venezuela.

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