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TORTURA AFECTA SAÚDE DOS “CINCO OLHOS”

A CIA deixou de ter acesso automático às informações obtidas pelos serviços secretos da Nova Zelândia. As autoridades deste país estabeleceram um conjunto de “boas práticas” obrigatórias para tentar evitar o uso desses dados pela parte norte-americana em actividades de tortura e outras violações dos direitos humanos. Ensombram-se assim os horizontes da cooperação dos chamados “Cinco Olhos”, o conjunto dos serviços de espionagem anglo-saxónicos – Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália e Nova Zelândia – e que tem um alcance efectivamente global.

A NATO COMO POLÍCIA DE OPINIÃO

O Centro de Excelência de Comunicação Estratégica da NATO queixa-se da manipulação nas redes sociais. E quando o Centro de Excelência de Comunicação Estratégica da NATO se queixa só há que esperar uma intensificação das acções policiais de censura na internet, com o pretexto de que as redes sociais são incapazes de se regularem a si próprias. O cerco às opiniões divergentes da doutrina oficial atlantista e europeísta aperta-se e a NATO afina mecanismos policiais para que não haja desvios à opinião única.

UNIÃO EUROPEIA PERMITE DEVASSA DE DADOS DOS CIDADÃOS

Informações sobre os cidadãos europeus contidas na base de dados do Espaço Schengen estão a ser copiadas ilegalmente por autoridades de vários países, mesmo de alguns que não são membros desse sistema, incluindo o Reino Unido. Há conhecimento de que esses dados são transmitidos a empresas privadas e também às agências de espionagem dos Estados Unidos da América. Existem “riscos sérios e imediatos” para a integridade e segurança dos dados “e dos seus titulares”, reconhece um relatório confidencial ao nível da Comissão Europeia.

TRUMP ATACA NO CIBERESPAÇO

A resposta norte-americana contra o Irão, depois do derrube de um drone, são ataques cibernéticos, segundo fontes oficiosas. A agressão entra em fase ainda mais nebulosa.

COMEÇO DA GUERRA TRAVADO À JUSTA

O início de um conflito armado entre os Estados Unidos e o Irão esteve por muito pouco às primeiras horas de sexta-feira, 21 de Junho, quando o presidente Donald Trump ordenou um bombardeamento cuja execução suspendeu apenas a dez minutos de ser desencadeado e os militares iranianos evitaram abater um avião-espião norte-americano, com 35 pessoas a bordo, que invadira o espaço aéreo de Teerão. Apesar destes desfechos, o clima guerra iminente mantém-se na região.

RAZÕES DE WASHINGTON PARA O GOLPE NO BRASIL

A transcrição dos diálogos da conspiração confirmam o papel determinante dos Estados Unidos no golpe de Estado no Brasil. Veja algumas das razões que fazem mover Washington

COMO SE TRANSFORMA O BÁLTICO NUM “LAGO DA NATO”

Com manobras guerreiras, integração do espaço nórdico numa gigantesca rede de espionagem e ameaças permanentes vai-se transformando o Báltico num "lago da NATO"

O SUJO ENIGMA GEOPOLÍTICO DA TRAGÉDIA DO MH17

Golpe na Ucrânia, administração Obama e oligarcas ucranianos: vértices de um triângulo sujo ligado à tragédia do derrube do MH17 e que o primeiro-ministro da Malásia colocou em escrutínio.

MAURÍCIO MACRI, A FOTO E A ARGENTINA

Numa só fotografia de um acto oficial militar concentra-se a Argentina neoliberal de Maurício Macri, uma corte cheirando a armas, tráfico e sangue que remete para os tempos negros da ditadura 1976/1983

RELATÓRIO DA ONU: ASSANGE É VÍTIMA DE “TORTURA PSICOLÓGICA”

O relator especial da ONU sobre a tortura, Nils Melzer, condenou os Estados Unidos, o Reino Unido, a Suécia e o Equador por exporem “deliberadamente” Julian Assange, fundador do WikiLeaks, a “anos de tratamento ou punição cruel, desumano ou degradante”, um processo que apenas pode qualificar-se como “tortura psicológica”.

PRISÃO DE ASSANGE, UM SINAL DOS TEMPOS

A prisão de Julian Assange é a imagem de marca de um sistema que considera o jornalismo de investigação como o maior inimigo da ordem pública.

A COBIÇA DE WASHINGTON NO TURBILHÃO ARGELINO

A situação na Argélia tem muito de uma história já vista noutras "revoluções coloridas". Washington monta o pano de fundo para deitar a mão aos hidrocarbonetos argelinos.

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