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MANJIB: O IMPÉRIO DEVORA OS SEUS PRÓPRIOS SOLDADOS

Em plena polémica sobre a retirada das tropas norte-americanas da Síria, contra a qual se pronunciam desde os democratas a próximos de Trump, eis que um atentado "do Estado Islâmico" mata quatro soldados norte-americanos. Foi em Manjib, Síria, onde existe uma base militar norte-americana, além de ser uma região controlada por milícias curdas protegidas dos Estados Unidos e contrárias à retirada. Um atentado "conveniente", mais um numa guerra que está a servir de laboratório de operações "false flag", de bandeira falsa.

ISRAEL ESCUDA-SE EM AVIÕES CIVIS PARA ATACAR A SÍRIA

No dia de Natal, seis caças israelitas protegeram-se atrás de voos civis de passageiros para atacar os arredores de Damasco, capital síria. O acto de agressão, que viola normas elementares do Direito Internacional, não mereceu, até agora qualquer palavra de qualquer órgão da ONU, incluindo secretário-geral, e da União Europeia. O acto evidencia duas realidades: Israel sabia que a Síria não ia fazer perigar os aviões de passageiros; o sionismo recorre a todos os meios desumanos para tentar driblar a zona de exclusão aérea instalada para proteger a Síria da agressão internacional.

RÚSSIA MONTA SISTEMA DE EXCLUSÃO AÉREA SOBRE A SÍRIA

A Rússia já respondeu ao derrube de um avião de observação em missão sobre território sírio resultante de um ataque aéreo israelita; e a forma como o fez altera profundamente os dados da agressão internacional contra a Síria. O reforço da defesa antiaérea síria, através da entrega de sistemas S-300, e sobretudo a instalação de instrumentos avançados de detecção e interferência electrónica equivalem à criação de uma zona de exclusão aérea sobre o país. A partir de agora, Estados Unidos, França, Reino Unido e Israel terão de medir melhor as consequências antes de se aventurarem nas conhecidas "acções punitivas".

DERRUBE DE AVIÃO RUSSO FOI ACTO DE GUERRA DE ISRAEL

O derrube de um avião de observação russo em território sírio foi um crime de guerra de Israel, demonstram as imagens de satélite. Moscovo responde reforçando a capacidade antiaérea de Damasco

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