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RESPOSTA DO HEZBOLLAH FAZ RECUAR ISRAEL

O secretário-geral do Hezbollah prometeu e cumpriu: uma semana depois de Israel ter morto dois técnicos do grupo num ataque contra a Síria e de ter atacado os arredores de Beirute chegou a anunciada represália. Os mísseis disparados pela organização de resistência libanesa não se limitaram a liquidar o alvo e a obrigar o exército de Israel a recuar e a abandonar uma base militar no norte do país; puseram termo a uma escalada de violência ao nível de 2006 e demonstraram uma nova capacidade do movimento libanês para por Israel em respeito e atingir qualquer região deste país. A notícia não correu mundo, mas a relação de forças está diferente: o potencial balístico do Hezbollah revela um caminho para a paridade táctica com o Estado sionista.

OCUPANTES PILHAM O PETRÓLEO DA SÍRIA

Os Estados Unidos encarregaram os seus mercenários curdos instalados no Norte da Síria de explorar ilegalmente o petróleo deste país e de vendê-lo, designadamente, a Israel. Trata-se da versão actual do negócio que foi feito com a colaboração do Estado Islâmico quando este ocupou as mesmas regiões e contrabandeou o petróleo para a Turquia – financiando-se por essa via.

EUROPA SUBMETE-SE AO GÁS MAIS CARO “MADE IN USA”

Uma das batalhas energéticas mais importantes para o futuro está a ser travada no campo do gás natural liquefeito (GNL). Considerado como uma das principais soluções para problemas do meio ambiente, o GNL poderá resolver os problemas energéticos de um país ao mesmo tempo que neutraliza preocupações ambientais provocadas por outras fontes de energia. Enquanto isso, um pouco à maneira do dólar norte-americano, o GNL está a transformar-se numa ferramenta que Washington pretende utilizar contra Moscovo à custa dos aliados europeus dos Estados Unidos.

A EUROPA A OBEDECER E A VÊ-LOS MANDAR…

O que está a acontecer contra o Irão é parte de uma estratégia norte-americana de domínio global do petróleo na qual a União Europeia alinha, em prejuízo de todos os europeus

A GUERRA CONTRA O IRÃO ESTÁ EM MOVIMENTO

Segundo as mais fresquinhas informações vindas directamente das águas tépidas do Golfo de Omã, a marinha dos Estados Unidos descobriu fragmentos de minas que há uma semana terão danificado dois petroleiros que estavam de passagem pela região. E segundo as inscrições nelas registadas, agora sim não há dúvida de que o autor da maldade foi o Irão, há que castigá-lo. Razão tinham o presidente Trump e os seus guardas pretorianos Bolton e Pompeo, que juravam desde o primeiro momento ter pressentido as “impressões digitais” de Teerão no incidente. Será assim?

CHINA E CUBA EXPLORAM PETRÓLEO NAS ÁGUAS DA ILHA

A empresa estatal de petróleo de Cuba e uma empresa chinesa vão explorar importantes recursos petrolíferos descobertos em águas offshore da ilha. Novos dados estão lançados

LÍBIA, UMA GUERRA IMPERIALISTA

Sangue por petróleo, é o que está em jogo na situação líbia, onde a guerra imperialista prossegue desde que a NATO decidiu derrubar Khaddafi e desmantelar o Estado para tomar conta dos hidrocarbonetos.

O IMPÉRIO MOVE-SE A PETRÓLEO

Sanções para um lado, golpes de Estado para outro, invasões militares, ameaças, chantagens para outros, os Estados Unidos desdobram-se em actividades que muitas vezes têm em comum um sinal - um rasto de petróleo. O império move-se a hidrocarbonetos no quadro de uma estratégia que é, de facto, elaborada e afinada com o objectivo de controlar globalmente a energia. O petróleo não explica tudo, mas diz muita coisa.

A COBIÇA DE WASHINGTON NO TURBILHÃO ARGELINO

A situação na Argélia tem muito de uma história já vista noutras "revoluções coloridas". Washington monta o pano de fundo para deitar a mão aos hidrocarbonetos argelinos.

LÍBANO RESISTE À INVESTIDA COLONIAL DE POMPEO

O secretário de Estado norte-americano, Michael Pompeo, foi a Beirute fazer exigências ao Líbano para proveito de Israel; a diligência colonial não foi bem sucedida

INDÚSTRIA AUTOMÓVEL É QUESTÃO DE SEGURANÇA PARA OS EUA

Os Estados Unidos perderam terreno na indústria automóvel e correm o risco de recuar ainda mais com a reconfiguração do sector em curso. Daí as tarifas alfandegárias no horizonte.

WASHINGTON PERSEGUE OS PORTOS CHINESES

A China tem vindo a arrendar e modernizar portos no âmbito da estratégia "Cintura e Rota" para assegurar rotas económicas. Os Estados Unidos, sem provas, alegam tratar-se de bases navais

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