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AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS COMO ARMA DE GUERRA

Os Estados Unidos dispõem desde o início dos anos noventa do século passado de Técnicas de Modificação Ambiental (ENMOD) com objectivos militares; em meados da mesma década a Força Aérea norte-americana criou condições operacionais no Alasca para interferir no ambiente de modo a desencadear poderosos fenómenos meteorológicos; e a mesma Força Aérea norte-americana tem há quase 25 anos em seu poder um relatório que definiu o horizonte de 2025 para se tornar “dona da meteorologia”. Em tempos de acesas discussões sobre alterações climáticas é intrigante que dados como estes, do domínio público, não sejam parte do debate e escapem à agenda ecologista.

IRAQUE EXPULSA INVASORES NORTE-AMERICANOS

A decisão está tomada. O Parlamento do Iraque, seguindo o parecer do governo, exige às tropas estrangeiras que se retirem do país e vedou o espaço aéreo à utilização por poderes estrangeiros. Bagdade pede ao Conselho de Segurança das Nações Unidas que condene o ataque norte-americano contra o aeroporto internacional da capital e também revogou o pedido de assistência de uma coligação internacional – constituída por Estados Unidos e outros membros da NATO – para o combate contra o Isis ou Estado Islâmico. “O que aconteceu foi um assassínio político; o Iraque não pode aceitar isso”, resumiu o primeiro-ministro Adel Abdul al-Mahdi como razão de fundo para a expulsão das tropas estrangeiras.

ISRAEL DISPÕE DE 100 BOMBAS NUCLEARES

O Estado de Israel dispõe de quase 100 bombas nucleares, confirma o Instituto sueco SIPRI. No entanto, o governo de Telavive recusa-se a admitir essa realidade, praticando a chamada “ambiguidade nuclear”. Nem a ONU nem a AIEA querem tomar conhecimento do facto, enquanto contribuem para políticas punitivas contra Iraque, Síria e Irão por programas de extermínio massivo que, comprovadamente, não existem.

A GUERRA CONTRA O IRÃO ESTÁ EM MOVIMENTO

Segundo as mais fresquinhas informações vindas directamente das águas tépidas do Golfo de Omã, a marinha dos Estados Unidos descobriu fragmentos de minas que há uma semana terão danificado dois petroleiros que estavam de passagem pela região. E segundo as inscrições nelas registadas, agora sim não há dúvida de que o autor da maldade foi o Irão, há que castigá-lo. Razão tinham o presidente Trump e os seus guardas pretorianos Bolton e Pompeo, que juravam desde o primeiro momento ter pressentido as “impressões digitais” de Teerão no incidente. Será assim?

IDEIA DAS “SABOTAGENS IRANIANAS” JÁ TEM 10 ANOS

Os "incidentes" com petroleiros no Médio Oriente sucedem-se. Tal como se sucedem as acusações proferidas pelos mais altos responsáveis norte-americanos contra o Irão, sem exibirem qualquer prova do que dizem e ignorando as veementes negativas de Teerão. Escutando os tambores de guerra norte-americanos contra o Irão, já não surpreende que aconteçam coisas estranhas e pouco explicadas como os "incidentes" deste tipo. Tanto mais que já há 10 anos um poderoso think tank norte-americano, a Brookings Institution", teorizava sobre a utilidade das "provocações iranianas", em relação às quais, aliás, Teerão era "muito reservado". Isto é, não "colabora" muito.

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