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NAZIS UCRANIANOS NOS PROTESTOS DE HONG KONG

Nazis ucranianos do Batalhão Azov e do Sector de Direita, dois pilares do actual regime de Kiev apoiado por Washington e Bruxelas, estão em Hong Kong para orientar e participar nos motins e acções terroristas que no Ocidente são conhecidos como “movimento pró-democracia”. Um dos centros de organização dessa colaboração é uma Liga Liberal Democrática em Kiev financiada pela União Europeia

OS FASCISMOS “BONS” E “MAUS” NA SAGA DO IMPEACHMENT

O impeachment contra Donald Trump faz correr muita tinta e preenche horas e horas das emissões de televisão. E, no entanto, por obra e graça de quem ataca e quem defende, democratas, republicanos ou antes pelo contrário, o processo é uma refrega de baixa política sobre interesses de castas que tem como pretexto o envolvimento imperial de Washington na Ucrânia. Os depoimentos são obras de ficção, deliberadamente afastados do nó do problema ucraniano. Se fossem analisados à luz dos comportamentos norte-americanos reais e da situação no terreno nenhum dos envolvidos, fosse de que lado fosse, escaparia a um higiénico impeachment.

ESTE TEXTO FOI CENSURADO PELO FACEBOOK

O texto que a seguir se publica foi censurado pelo Facebook, segundo notificação recebida pelo autor. Publicado em Maio de 2015, o artigo parece não caber nas “normas” da casa. Ignora-se se o acto censório terá sido provocado por queixas de frequentadores ou como resultado da actividade de “fact-check que a publicação portuguesa de extrema direita Observador exerce em cooperação com o Facebook, instituindo-se assim como comissão de censura e polícia do jornalismo. Reproduz-se o texto na sua versão original, apesar de já ter quatro anos, lembrando que o oligarca Kolomoisky, nele citado, é o patrono do presidente ucraniano recentemente eleito, Vladimir Zelenskiy.

UCRÂNIA CHEGA ÀS ELEIÇÕES NO TOPO DA POBREZA EUROPEIA

Cinco anos depois do golpe de Estado "democrático" da Praça Maidan e à beira de novas eleições presidenciais, a Ucrânia chegou ao título de "país mais pobre da Europa", outorgado pelo FMI. Petro Porochenko, o presidente, prepara-se para novo mandato, se bem que as sondagens em nada lhe sejam favoráveis nem dêem favoritismo. Mas é o candidato da NATO e da União Europeia, estatuto que vale muitos milhões de votos à cabeça, ainda que Porochenko tenha contribuído para que um Estado fascista nascesse da "democracia" do golpe. A Ucrânia é o exemplo pleno das estranhas circunvoluções "democráticas" que asseguram o "nosso civilizado modo de vida".

PAI NATAL DE WASHINGTON RECOMPENSA NAZIS

Washington arma os neonazis de Kiev, o FMI e o Banco Mundial financiam-nos violando o direito internacional; a ONU guarda respeitoso silêncio.

VISÃO DO TERROR: UCRÂNIA COM ARMAS NUCLEARES

A degradação da situação político-social e o impasse na guerra contra as comunidades russófonas faz subir as tentações nucleares na Ucrânia

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