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“ÊXODO EM MASSA” DE VENEZUELANOS: MITO QUE CAI POR TERRA

Dizia-se que eram 18 mil por dia e chegariam a 5,3 milhões. Porém, o número de venezuelanos que abandonaram o seu país - e muitos já regressaram, são 6,5% desses números. Até os refugiados são arma de guerra.

VIAGEM AO MUNDO DA VERDADE ÚNICA

Uma viagem ao mundo da “estratégia de comunicação” da União Europeia e respectivas emanações é uma experiência indispensável para confirmar os indícios de que os dirigentes europeus convivem cada vez mais desconfortavelmente com a liberdade de opinião. Na verdade, como ilustra essa incursão, já encaram a informação como propaganda, o contraditório como um abuso e a liberdade como um delito. Está aberto o caminho para a imposição da opinião única, em que se baseiam todas as formas de censura, desde a dos coronéis à dos “fact-checkers” contratados a peso de ouro por Bruxelas.

TRUMP IMPÕE “EMBARGO ECONÓMICO TOTAL” À VENEZUELA

A administração Trump atingiu um novo topo nos seus actos lesivos contra a economia e a sociedade venezuelanas ao ampliar à categoria de embargo as medidas coercivas e unilaterais contra a República Bolivariana. Uma medida que, segundo o jornal norte-americano Washington Post, consiste “num embargo económico total”.

CRIADOS ESQUADRÕES DA MORTE NA VENEZUELA

A estratégia para destruir o legítimo Estado constitucional venezuelano é constituída por múltiplas variáveis e diversos cenários. Entre eles, como agora ficou a saber-se, o recurso aos sangrentos esquadrões da morte, bandos de assassinos sustentados pelos interesses coloniais na América Latina. Foram criados na Venezuela pelo homem de Trump, Elliot Abrams, que há 30 anos os forjara na Nicarágua.

SEGURANÇAS DE GUAIDÓ SÃO TRAFICANTES DE ARMAS

Membros da segurança do "presidente" Guaidó foram apanhados a tentar vender armas que roubaram às Forças Armadas para usarem no golpe contra o governo da Venezuela em 30 de Abril.

GOVERNO E OPOSIÇÃO DA VENEZUELA DIALOGAM EM BARBADOS

O diálogo entre o governo da Venezuela e a oposição de direita mudou-se da Noruega para Barbados, agora com "mesa" permanente. A primeira sessão decorreu "com êxito".

O ÚLTIMO GOLPE NA VENEZUELA TEVE DEDO DE ISRAEL

Uma enésima tentativa de golpe de Estado foi desmantelada em 24 de junho de 2019 na Venezuela. Todos os implicados foram detidos nos dias 22 e 23; o ministro da Informação, Jorge Rodríguez, explicou pormenorizadamente na televisão os desenvolvimentos e os objectivos dos acontecimentos. De acordo com os registos das comunicações dos conspiradores, o golpe terá sido supervisionado pelos israelitas.

O MUNDO EM REALIDADE PARALELA

A elite governante mundial, em aliança com o aparelho comunicacional global que trata da sua propaganda, querem forçar-nos a viver numa realidade paralela, aquela em que a versão ficcional e oficial dos factos se transforma em verdade única, indiscutível, sendo a discordância anatemizada como fake news.

HOSTES DE GUAIDÓ DESVIAM “AJUDA HUMANITÁRIA”

A "ajuda humanitária" ao povo da Venezuela que serviu de pretexto para uma tentativa de golpe acaba nos bolsos de Guaidó e seu clã. O que não é surpresa

AMNISTIA INTERNACIONAL AFINADA COM O IMPÉRIO

A Amnistia internacional é juiz na Venezuela ouvindo apenas o lado da extrema-direita. Problema: o seu conceito de "direitos humanos" coincide com o dos agressores norte-americanos

LULA: “BOLSONARO É COMO NERO, INCENDEIA O PAÍS”

"A verdade mostrará o seu rosto" mas, por enquanto, Bolsonaro na presidência desempenha "o papel de Nero, incendeia o país". Palavras de Lula da Silva numa entrevista ao correspondente da revista alemã Spiegel no Brasil.

PORTUGAL PARTICIPA NO CONFISCO DE BENS À VENEZUELA

Participação na extorsão, pelo Banco de Inglaterra, de 1359 milhões de dólares de ouro ao Estado venezuelano; confisco de 1543 milhões de euros pelo Novo Banco. Pelo menos três mil milhões de euros é o montante da delapidação de bens do povo venezuelano em que o governo de Portugal está envolvido, directa e indirectamente. Dinheiro que Caracas não pode usar para comprar medicamentos e outros bens de primeira necessidade e que é parte de uma guerra sem tropas, mas letal, conduzida pelos Estados Unidos. Os portugueses têm o direito de conhecer a realidade desta cumplicidade, mas o governo ainda tenta disfarçar, com o silêncio, que está ao lado da administração fascista norte-americana nesta atrocidade contra a democracia, os direitos humanos e a soberania dos povos

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