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NEOM OU A “SOLUÇÃO FINAL” PALESTINIANA

A operação para impor uma “solução final” do problema palestiniano dirigida pelos Estados Unidos, Israel e Arábia Saudita está a adquirir uma envergadura que escapa à comunicação mainstream – o que não acontece por acaso – e também às mais importantes instâncias internacionais, sobretudo à ONU.

“ACORDO DO SÉCULO” IMPÕE A EXTINÇÃO DOS PALESTINIANOS

A compra da naturalização dos refugiados palestinianos com muito dinheiro oferecido aos países de acolhimento, mirabolantes trocas de pedaços de territórios continentais e insulares, projectos industriais e tecnológicos de encher o olho e ainda a transferência de populações integram o pacote económico do chamado “Acordo do Século” através do qual Trump e Netanyahu pretendem “resolver” o problema central do Médio Oriente – a questão palestiniana. Em termos práticos, trata-se de erradicar a nacionalidade palestiniana, isto é, os palestinianos. Uma forma de “solução final”.

BRUXELAS NO TPI: UM TESTE À IMPUNIDADE REINANTE

Juristas do Tribunal Penal Internacional (TPI) apresentaram à procuradora-geral um processo contra a União Europeia por "um ataque letal organizado contra populações civis" a propósito da política adoptada para "conter" os refugiados com origem na Líbia. Os juristas falam em 14 mil mortos e mais 40 mil pessoas expostas a "crimes contra a humanidade". Tem a palavra o tribunal. Terá coragem de ir até ao fim no apuramento de responsabilidades?

CINTURA E ROTA, UMA REVOLUÇÃO GEOPOLÍTICA

Iniciativa Cintura e Rota: a cooperação em vez do diktat imperial; a negociação no lugar da imposição. Mais de 150 países associam-se num projecto para uma nova ordem internacional

“GAZA JÁ ESCOLHEU: CONTINUAR A RESISTIR”

Os últimos bombardeamentos israelitas contra Gaza foram uma advertência à "calma" para o festival da Eurovisão. Israel teme que os oprimidos lhe estraguem a encenação

UNIÃO EUROPEIA É CÚMPLICE DO APARTHEID ISRAELITA

O embaixador cessante de França nos Estados Unidos, Gérard Araud, não tem dúvidas: Israel é um Estado que pratica o apartheid; e a União Europeia é cúmplice dessa situação aviltante para os direitos humanos agindo como um súbdito dos Estados Unidos e da política terrorista de Israel. Outros diplomatas de Estados membros da União pensam da mesma maneira, mas nada disso se reflecte na acção de Bruxelas e dos governos dos 28. A colonização da Cisjordânia está prestes a transformar-se em anexação e a União Europeia, proclamando-se "farol da democracia", não mexe um dedo para impedir que tal aconteça.

WASHINGTON SEM “ALTERNATIVA” À AGRESSÃO ARMADA NA VENEZUELA

Juan Guaidó falhou mais um golpe na Venezuela e, horas depois, não conseguiu convocar "a maior marcha de sempre" no país. A libertação do titular fascista Leopoldo López foi o único êxito da intentona de terça-feira. Acolhido na Embaixada de Espanha, López está na calha para suceder ao desacreditado Guaidó como agente de Washington. E, esgotadas as "revoluções coloridas" e as tentativas de arrastar as forças armadas para o golpe, Washington está cada vez mais reduzido à agressão militar como "alternativa" para derrubar o governo da Venezuela. Mas este, legítimo, democrático e livre, pode pedir ajuda defensiva a quem quiser.

A COBIÇA DE WASHINGTON NO TURBILHÃO ARGELINO

A situação na Argélia tem muito de uma história já vista noutras "revoluções coloridas". Washington monta o pano de fundo para deitar a mão aos hidrocarbonetos argelinos.

TRUMP AMEAÇA RÚSSIA E ONU

Ao contrário de outras invasões norte-americanas, a Rússia antecipou-se e enviou meios militares para a Venezuela. E Trump ameaça: "todas as opções estão sobre a mesa".

MONTES GOLÃ:TRUMP ESPEZINHA O DIREITO INTERNACIONAL

Eternização da ditadura de Netanyahu, riquezas petrolíferas e guerra contra o Irão são três objectivos de Trump inscritos no reconhecimento da anexação dos Montes Golã por Israel

COMISSÃO DA ONU ACUSA ISRAEL DE CRIMES DE GUERRA

Actos cometidos por forças israelitas na repressão de manifestações palestinianas podem ser "crimes de guerra" ou "crimes contra a humanidade", conclui uma comissão da ONU

EUA E ISRAEL PREPARAM GUERRA NOS MONTES GOLÃ

Os Montes Golã, ocupados por Israel à Síria, são cenário de uma guerra anunciada e que terá também o Irão no horizonte. Os Estados Unidos preparam-se para reconhecer a anexação do território por Israel, sobretudo devido à existência já comprovada de importantes reservas de petróleo que Washington e Telavive acordaram explorar em consórcio. A anexação, além de violar o direito internacional, poderá ser o detonador de nova fase da guerra contra a Síria, que os Estados Unidos e Israel desejarão estender contra o Irão e o Hezbollah libanês.

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