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O EXEMPLO DE NOVA ORDEM ENVIADO DO EXTREMO ORIENTE

A quinta edição do Fórum Económico Oriental, que decorreu em Vladivostoque, demonstrou que o multilateralismo e a cooperação mutuamente vantajosa são possíveis mesmo entre nações que têm um passado – e até um presente – de antagonismo. No Extremo Oriente, sob a égide da Rússia, várias nações asiáticas enviaram esta mensagem ao mundo – a de que uma nova ordem internacional é possível - significativamente ignorada pelos meios de comunicação mainstream.

COREIA DO SUL E JAPÃO: AJUSTE DE CONTAS COM EFEITOS GLOBAIS

A Coreia do Sul exige ao Japão avultadas indemnizações, públicas e privadas, pelo trabalho escravo a que milhões de coreanos foram forçados durante a primeira metade do século XX; o Japão acha que não devem ser feitos ajustes de contas às vantagens económicas obtidas através de tragédias humanitárias e retalia a economia sul-coreana. O conflito entre dois dos gigantes tecnológicos e comerciais asiáticos tem potencial para abalar ainda mais a economia e o comércio mundiais.

TRUMP IMPÕE “EMBARGO ECONÓMICO TOTAL” À VENEZUELA

A administração Trump atingiu um novo topo nos seus actos lesivos contra a economia e a sociedade venezuelanas ao ampliar à categoria de embargo as medidas coercivas e unilaterais contra a República Bolivariana. Uma medida que, segundo o jornal norte-americano Washington Post, consiste “num embargo económico total”.

INDO-PACÍFICO: A FORÇA BRUTA CONTRA O DESENVOLVIMENTO

A Administração Trump tem vindo a agitar obsessivamente o conceito de “Indo-Pacífico livre e aberto”. Além de um pequeno grupo de académicos, muito poucas pessoas em todo o mundo, especialmente no Hemisfério Sul, sabem o que significa esta incipiente estratégia desde que foi divulgada pela primeira vez no fórum da APEC (Cooperação Económica Ásia-Pacífico) de 2017, no Vietname. Trata-se, no fundo, de uma resposta através da ameaça militar contra os esforços da China e da Rússia pelo desenvolvimento e a integração regional.

CHINA E RÚSSIA AGREGAM OS SEUS PROJECTOS INTERNACIONAIS

A Rússia e a China começaram a integrar os seus grandes projectos internacionais: Partenariado da Eurásia Alargada e Nova Rota da Seda. Uma iniciativa com grande peso global

QUEM GANHA COM A “SABOTAGEM” NO GOLFO?

Uma suposta "sabotagem" de petroleiros sauditas é noticiada depois de uma chuva de advertências de Washington contra "ameaças iranianas". Muito conveniente para criar um clima de guerra.

WASHINGTON PUBLICA GUIA “PARA DERRUBAR GOVERNOS”

A Escola das Forças Especiais dos Estados faz um balanço de mais de 60 anos de actividades golpistas no mundo. Um autêntico "guia para derrubar governos estrangeiros".

CORRUPÇÃO, MANIPULAÇÃO E DIGNIDADE

Tese manipuladora: os países mais pobres e soberanos são mais corruptos. Por este caminho, Lula foi substituído por Bolsonaro. Dá que pensar...

O ESTADO DA "DEMOCRACIA" HEREDITÁRIA

Na União Europeia e respectivas franjas existem onze nações onde a representação do Estado é um cargo não eleito. Mas em termos de dinastias políticas não fica por aí o enviesamento da democracia.

O MUNDO ACTUAL VISTO PELA CHINA

A China Popular pronuncia-se pela solução política e diplomática dos conflitos, mas sublinha que não aceitará ingerências e agressões contra os seus direitos legítimos.

BASES PLANETÁRIAS DOS EUA: O IMPÉRIO DO TERROR

São cerca de 800 em mais de metade dos países do mundo; algumas não saem do secretismo da clandestinidade permitida por governos corruptos ou corrompidos. É a geografia do terror através da qual o império norte-americano pretende demonstrar a sua força impondo o medo e a subjugação. Nessas bases não vigoram o direito internacional ou a lei, a não ser a da força e do poder arbitrário. Ou da arrogância imperial imposta a um Estado que permanece soberano, como em Guantánamo, em Cuba. As bases militares norte-americanas pretendem afirmar um domínio que tem como reverso o desespero de um globalismo decadente. Por isso, tendencialmente sem limites nem razão humana.

COREIA DO NORTE, NOVO TIGRE ASIÁTICO?

Apesar das sanções, a Coreia do Norte vive uma fase de desenvolvimento assente nas zonas económicas especiais, com base na experiência chinesa.

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