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TRUMP ORGANIZA PILHAGEM DO PETRÓLEO SÍRIO

O secretário norte-americano da Defesa, Mark Esper, afirmou numa conferência de imprensa que, apesar da anunciada retirada militar da Síria, tropas dos Estados Unidos ficarão estacionadas no Leste do país para “proteger” os campos de petróleo. Trump tinha dito:"talvez mais alguém queira este petróleo e, nesse caso, terá de submeter-se a um combate infernal".

"A ELIMINAÇÃO DO CALIFA": TRUMP GOSTOU DO FILME

É um produto bem definido. Para encerrar uma vasta operação especial, na qual se recorreu a uma arma inconfessável, convém encenar a morte daquele que a incarnou. É a melhor maneira de apagar os seus rastos perante a opinião pública. Após a morte de Bin Laden, eis a morte de al-Baghdadi.

O DESPERTAR DOS POVOS

A paz podre do neoliberalismo globalizante e o conformismo social que lhe corresponde estão a ser sacudidos através do mundo. Nas urnas e nas ruas – as duas frentes são democraticamente legítimas e complementares – os povos dão sinais de que a sonolência hipnótica induzida pelo entertainment mediático em que se transformou tudo o que tem a ver com a vida das pessoas é uma arma que também se desgasta, desmascara e vai perdendo eficácia. Uma faúlha representada por um aumento de preços, um corte de subsídios sociais, o lançamento de mais um imposto tornaram-se agora susceptíveis de provocar grandes e vibrantes explosões sociais. A arbitrariedade e a impunidade do sistema dominante começam a encontrar barreiras humanas.

A “EXECUÇÃO” DE AL-BAGHDADI, HOLLYWOOD E O RESTO

No domingo, 27 de Outubro de 2019, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou triunfalmente a “execução” de Abu Bakr al-Baghdadi, califa do Estado Islâmico (Daesh ou Isis). De acordo com a versão oficial, o califa teria sido localizado na região de Idleb (noroeste da Síria) graças a informações recolhidas pelo Iraque. A história, porém, está repleta de mistérios e dados que não encaixam no relato transmitido de Washington.

A OFENSIVA TURCA E O QUEBRA-CABEÇAS NA SÍRIA

A invasão da Turquia é um novo episódio da guerra internacional contra a Síria. Tratando-se de uma violação da soberania síria – apesar de Ancara invocar a Carta das Nações Unidas alegando que se trata de “autodefesa” – a operação veio provocar alterações significativas nas relações de forças no terreno, e nem todas elas, porém, desfavoráveis à República Árabe Síria. O que está a acontecer revela um dos mais complexos quebra-cabeças existentes hoje no panorama internacional.

É HORA DE A ONU SAIR DOS ESTADOS UNIDOS

Com uma perigosa administração de direita, de cariz fascista, no governo em Washington, rejeitando o direito internacional e a prática de consensos, chegou a hora de as Nações Unidas e as missões permanentes dos Estados membros mudarem para um local mais neutro.

WASHINGTON USA GRÉCIA PARA BLOQUEAR MEDITERRÂNEO

Os Estados Unidos contam com o colaboracionismo da Grécia para ocupar militarmente o porto de Alexandroupolis, na região da Trácia Ocidental, como forma de bloquear a ligação marítima entre o Mediterrâneo e o Mar Negro a países que “têm interesses diferentes dos nossos”, designadamente a Rússia e a China. Uma arma na “geopolítica da energia” e mais um foco de provocações militares em perspectiva.

TRUMP E BIDEN NO ATOLEIRO DE KIEV

Depois de o episódio “Russiagate” se ter revelado “o escândalo político mais fraudulento da história americana”, segundo o professor Stephen Cohen, da Universidade de Princeton, emerge agora um novo caso, o “Ucrâniagate”.

NASCEU O NEOLIBERALISMO CLIMÁTICO

Salvar o planeta! Ora aí está uma causa nobre, por certo não fracturante, à medida do mainstream, padronizada segundo as normas da opinião única, enfim polémica quanto baste porque os seus opositores são encabeçados por figuras que estão de passagem, como Donald Trump, por certo uma excepção na tão recomendável classe bipartidária e monolítica dos Estados Unidos da América. Atentemos nos casos de Obama, de Hillary Clinton, consabidamente tão amigos do planeta e do ambiente.

UNIÃO EUROPEIA ASSUME-SE COMO CAMPO DE BATALHA

A nova guerra fria começou de vez. Já não se trata de um confronto militar entre os Estados Unidos e a União Soviética, mas entre os Estados Unidos, por um lado, e o bloco Rússia-China, por outro. O abandono, por Washington, do Tratado de Mísseis de Médio Alcance (INF) e o anúncio de próximas conversações a três põe fim aos anos de incerteza que temos vindo a viver. A situação faz regressar a Europa Ocidental e Central ao estatuto da primeira guerra fria: o de um campo de batalha. Com o ámen da União Europeia.

A ARMA DAS SANÇÕES: GUERRA, TORTURA, MORTE LENTA

Depois de se ter retirado unilateralmente do acordo nuclear com o Irão no ano passado, a Casa Branca anunciou em Abril que o seu objectivo é “levar as exportações iranianas a zero”. Para tentar que isso aconteça, Washington deixou de permitir que países como a Índia, a China, o Japão, a Turquia e a Coreia do Sul importem petróleo iraniano: os Estados Unidos ditam a países soberanos com quem podem negociar.

NATO FEZ DA LÍBIA UM NINHO DO TERRORISMO INTERNACIONAL

Depois de a NATO ter "libertado" a Líbia, este país transformou-se na placa giratória do terrorismo na sua versão "jihadista", provocando tragédias em pelo menos 14 nações.

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