O LADO OCULTO - Jornal Digital de Informação Internacional | Director: José Goulão

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LÍBANO RESISTE À INVESTIDA COLONIAL DE POMPEO

O secretário de Estado norte-americano, Michael Pompeo, foi a Beirute fazer exigências ao Líbano para proveito de Israel; a diligência colonial não foi bem sucedida

A GRANDE MENTIRA IRAQUIANA 16 ANOS DEPOIS

Em 21 de Março de 2003, os Estados Unidos e o Reino Unido lançaram a guerra para destruir o Iraque com base numa torrente de mentiras. Os responsáveis estão impunes.

O MARTÍRIO DE JULIAN ASSANGE NAS MÃOS DO BIG BROTHER

Sobre Julian Assange continua a pender a sede de vingança norte-americana, sob capa de "justiça". E até os jornalistas mainstream ignoram quem tanto dignifica a profissão, por procurar e difundir a verdade escondida

O SEMPRE NEGADO REGRESSO A DIEGO GARCIA

O Reino Unido confiscou-lhes a pátria, alugou-a a Washington para criar a base de Diego Garcia e nega-lhes o regresso, contra o parecer da justiça internacional. Os expulsos do Arquipélago de Chagos apenas querem voltar à terra natal

O TRIUNFO DA MENTIRA GLOBAL

Não houve qualquer ataque químico em Duma, na Síria, no dia 7 de Abril de 2018. A Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ/OPCW) investigou o local, não detectou vestígios de substâncias tóxicas nem conseguiu contar os mortos, "se é que os houve". As imagens foram encenadas, como têm vindo a denunciar numerosos jornalistas que respeitam a ética da profissão. Esse suposto "ataque", recorda-se, levou os Estados Unidos, a França e o Reino Unido a bombardearem a Síria uma semana depois. No entanto, a informação dominante que intoxicou o mundo com as imagens falsas não restaura agora a verdade nem sequer dá relevo ao relatório da OPAQ. É o triunfo da mentira.

COLUNA VERTEBRAL PRECISA-SE

O Chefe de Estado e o governo de Portugal actuam em concorrência degradante no desrespeito pela dignidade do país. Comportando-se com uma subserviência indigna para todos os portugueses, ignorando a Constituição da República no que à soberania nacional diz respeito, surgem alinhados com figuras e instituições inquietantes para a estabilidade do mundo. Um convida a patroa do FMI para o Conselho de Estado e vai ao Brasil abençoar a posse do fascista Bolsonaro; outro, asfixiando o país com a inútil obsessão do défice, envolve-se na estratégia de Trump que pode provocar um banho de sangue na Venezuela. Coluna vertebral precisa-se neste país à deriva e carente de identidade.

VENEZUELA TROCA LISBOA POR MOSCOVO

A Venezuela decidiu mudar os escritórios europeus da empresa petrolífera estatal de Lisboa para Moscovo, de modo a defender os seus interesses e activos

ESTADOS UNIDOS ROUBAM OURO À SÍRIA, VIA ISIS

Ladrão que rouba a ladrão não deixa de ser roubo. É o que os Estados Unidos fazem, apropriando-se do ouro roubado pelo Isis ao Estado sírio.

RACISMO POLICIAL: O EXEMPLO DO REINO UNIDO

Um relatório de um magistrado que chefiou uma comissão independente estabelece 70 medidas para combater o racismo institucionalizado na polícia britânica

BASES PLANETÁRIAS DOS EUA: O IMPÉRIO DO TERROR

São cerca de 800 em mais de metade dos países do mundo; algumas não saem do secretismo da clandestinidade permitida por governos corruptos ou corrompidos. É a geografia do terror através da qual o império norte-americano pretende demonstrar a sua força impondo o medo e a subjugação. Nessas bases não vigoram o direito internacional ou a lei, a não ser a da força e do poder arbitrário. Ou da arrogância imperial imposta a um Estado que permanece soberano, como em Guantánamo, em Cuba. As bases militares norte-americanas pretendem afirmar um domínio que tem como reverso o desespero de um globalismo decadente. Por isso, tendencialmente sem limites nem razão humana.

RAPINA COLONIAL: DA PESCA DO SAARA AO OURO DA VENEZUELA

A mentalidade colonial continua bem viva na Europa e nas Américas, e os velhos pretextos de proselitismo religioso transformaram-se em dogmas democráticos. E assim a União Europeia se apropria indevidamente de riquezas que não lhe pertencem não hesitando recorrer a regimes de ocupação, como são os de Marrocos e de Israel, e a mentalidades de dominação, como a norte-americana em relação à Venezuela e à América Latina em geral. Em poucos dias a União Europeia associou-se a processos de rapina das riquezas pesqueiras do território ocupado do Saara Ocidental e aos bens petrolíferos e em ouro do povo da Venezuela. Por alguma razão os regimes terroristas de Marrocos e de Israel e as práticas fascistas de Juan Guaidó são "democracias" preferidas de Bruxelas e de Lisboa, não apenas por arrastamento.

O BREXIT E A ENGRENAGEM AUTOCRÁTICA DA UE

A engrenagem autocrática da União Europeia encarou o Brexit como um exemplo dissuasor a todos os Estados membros para que não se atrevam a seguir o caminho de Londres, porque Bruxelas não tolera dissidências. Os britânicos votaram pela saída da UE? Então que sejam humilhados e sugados para perceberem que não se brinca com a ditadura do mercado e com uma das suas organizações emblemáticas - "na qual se entra mas não se sai", como se diz nos bastidores de Bruxelas. E se isto acontece com uma potência de topo, o que seria das menos poderosas? O exemplo está dado.

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