O LADO OCULTO - Jornal Digital de Informação Internacional | Director: José Goulão

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OS GOLPES NA MACEDÓNIA E A GRANDE ALBÂNIA

Em menos de um ano, desde Junho do ano passado, as forças coloniais da NATO e da União Europeia deram passos decisivos para o controlo absoluto da região dos Balcãs. Nesse dia foi assinado o Tratado de Prespa, entre a Macedónia ex-jugoslava e a Grécia de Tsipras. Seguiram-se golpes na Macedónia e passos determinantes para a integração do Kosovo da Albânia, enquanto mais uma "revolução colorida" ganha fôlego na Sérvia. Nasce assim a Grande Albânia, velha ambição do expansionismo islâmico e mafioso de Tirana, cenário que coincide com as pretensões coloniais de Washington e Bruxelas no Sudoeste Balcânico.

VENEZUELA: ONU ESCONDE RELATÓRIO DE ENVIADO DA ONU

A ONU esconde um relatório de um enviado seu à Venezuela. Será porque a realidade revelada não coincide com a narrativa norte-americana?

GUERRA DOS EUA “CONTRA O TERRORISMO” TRAVA-SE EM 80 PAÍSES

Sob disfarces vários, mas sob o mesmo pretexto, os Estados Unidos travam a "guerra contra o terrorismo" em 80 países, isto é, 40% das Nações da Terra. Em combate aberto ou sob as capas de "treino" e "assistência", o corpo expedicionário norte-americano é global e imperial, ao mesmo tempo que os efectivos terroristas e o número de organizações terroristas não deixaram de crescer e alastrar desde que o combate foi declarado, a seguir aos mal explicados atentados de 11 de Setembro de 2001. A situação deixa numerosas perguntas no ar, a que os governos, a começar pelo dos Estados Unidos, e as instituições internacionais não estão interessados em responder.

TUDO SOBRE A PRESENÇA NORTE-AMERICANA EM ÁFRICA

São 34 as bases militares norte-americanas em África, concentradas principalmente no Centro e Oeste do continente e no Corno de África. Ocupação que se pretende "discreta" mas "eficaz".

OS SOCIOPATAS E SEUS SEGUIDORES

Golpe na Venezuela, com banho de sangue no horizonte; retirada norte-americana do Tratado que proíbe mísseis de médio alcance e desbrava o caminho da guerra nuclear. Dois passos para o abismo dados pela administração Trump desde que o núcleo de sociopatas em torno do presidente se tornou sólido e estável. Ocasião escolhida pelos aliados de Washington para transformarem as supostas divergências com administração norte-americana em rendida vassalagem, corresponsabilizando-se, assim, pelas ameaças de tragédia que se reforçam sobre os povos da América Latina e do continente europeu. Uma subserviência na qual o governo de Portugal se esforça por ter lugar de destaque.

O ROUBO DO OURO DA VENEZUELA E OUTRAS HISTÓRIAS

O roubo de 31 toneladas de ouro ao Estado venezuelano é mais um passo na caminhada norte-americana pelo desprezo absoluto das normas do direito internacional em vigor.

WASHINGTON SAI DO INF: NOVO PASSO PARA A GUERRA NUCLEAR

A saída dos Estados Unidos do acordo sobre armas nucleares de médio alcance (INF) não é o mero abandono de um tratado internacional. Trata-se de um novo passo norte-americano para a admissibilidade da guerra nuclear, sendo de prever igualmente a saída do tratado de mísseis estratégicos (START). A razão imediata, não assumida pelo Pentágono, é criar um cerco nuclear à China. Os planos, porém, são mais vastos, à medida do desespero e do aventureirismo de um imperialismo falido. Para isso se fabricam bombas nucleares de potências menores, para serem mesmo utilizadas. O perigo para a vida na Terra é real.

ISRAEL, ORDEM PARA MATAR

Os bombardeamentos israelitas contra a Síria não visam alvos iranianos, como afirma a propaganda; são parte da preparação para uma guerra de grande envergadura abrangendo também o Irão

OS TEMAS PROIBIDOS NO OÁSIS DE DAVOS

Existe uma relação directa entre os números crescentes de bilionários e de refugiados; uns voam de jacto para Davos; os outros afogam-se nas águas do Mediterrâneo

AS FALÁCIAS TRÁGICAS DA GUERRA E DO TERRORISMO

O segredo para combater o terrorismo não é enviar mais tropas fingir que o combatem; é deixar de financiá-lo e armá-lo.

O TERROR AMADURECE NA AMÉRICA LATINA

O terror paira sobre a América Latina no arranque de 2019, precisamente quando se assinalam os 60 anos da Revolução Cubana. Numa base norte-americana na Colômbia, um grupo de mercenários treina a montagem de uma provocação que poderá desembocar numa agressão contra a Venezuela cujo apoio de eminências fascistas como Jair Bolsonaro e Iván Duque, presidente da Colômbia, estaria já assegurado pelo SouthCom, o Comando Sul dos Estados Unidos da América. Cuba e Nicarágua estão igualmente sob ameaça.

OPERAÇÃO “FAKE NEWS”, INSTRUMENTO DE CENSURA

Explorando preocupações legítimas, a operação "fake news" afirma-se com o propósito censório de asfixiar as alternativas à informação oficial.

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