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OS JOGOS SUSPENSOS NOS LABIRINTOS DO G20 E DA OPEP

Duas importantes reuniões - G20 e OPEP - mas poucas decisões em Buenos Aires e em Viena. Os dirigentes mundiais perderam-se no labirinto de interesses

FBI E CIA APERFEIÇOAM AS TÉCNICAS DE TORTURA

Agências de espionagem norte-americanas abriram concurso para "melhorar as técnicas de interrogatório", enquanto prosseguem a busca do "soro da verdade".

LÍBIA: A CIMEIRA E A ATROCIDADE SILENCIADA

Os líbios pouco podem esperar dos que se reuniram na Sicília para "resolver a crise" do seu país: foram os mesmos que o destruíram com as bombas da NATO.

UNIÃO EUROPEIA DISTRIBUI BODO AOS MERCENÁRIOS

A União Europeia paga 125 milhões de euros pela sua segurança no Afeganistão a uma companhia de mercenários; mas como esta não é "bem vista" em Cabul, outra fará o serviço sem ter concorrido.

TEMPESTADE KHASHOGGI ABATE-SE SOBRE O MUNDO

O efeito Khashoggi paira como uma tempestade sobre o mundo. As ameaças de sanções contra a Arábia Saudita que vão sendo proferidas vagamente por países ocidentais já têm resposta de Riade. "Todo o insulto tem que ser vingado", proclama a tradição dos beduínos do deserto, que pode converter-se em petróleo a 200 dólares por barril e outras medidas capazes de fazer tremer a ordem estabelecida. Centenas de milhares de mortes depois, os países que se consideram civilizados podem agora avaliar o preço da sua permanente cumplicidade com um regime criminoso desde sempre, não apenas agora que matou Jamal Khashoggi.

CUMPLICIDADES COM O TERRORISMO : “ C’EST LA VIE !...”

"C'est la vie…" respondeu um dia o ex-ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Laurent Fabius, quando confrontado com o facto de apoiar terroristas que depois combate

“ELE SABIA ONDE ESTÃO TODOS OS CADÁVERES”

Como jornalista, espião e conselheiro do Casa de Saud, Jamal Khashoggi guardou muitos segredos sujos na memória. Diz-se que "sabia onde estão todos os cadáveres".

UE PAGA 100 MILHÕES A MERCENÁRIOS EM PAÍS OCUPADO PELA NATO

A União Europeia vai pagar pelo menos 100 milhões de euros a uma empresa de mercenários pela segurança das suas instalações em Cabul, Afeganistão, um país ocupado pela NATO. Os principais grupos mundiais ditos de "segurança privada", instrumentos cada vez mais influentes no processo de privatização da guerra, candidatam-se ao bolo. Mais uma dupla tributação para os contribuintes europeus: além de financiarem a NATO são obrigados a pagar pelo que a NATO deve fazer e não faz.

INVASORES DO IÉMEN RECRUTAM MERCENÁRIOS EM ÁFRICA

Os Emirados Árabes Unidos têm em curso uma operação de recrutamento de mercenários na África Central para participarem na agressão contra o Iémen a coberto de "empresas de segurança".

KOWEIT É UMA COLÓNIA NORTE-AMERICANA DE ESPIONAGEM

O Pentágono norte-americano transformou o território do Koweit numa colónia de espionagem que funciona como um pólo estratégico para as guerras do Iraque e, sobretudo, da Síria. Mais um sinal de que a agressão contra este país se vai reforçar.

TRUMP RELANÇA GUERRA CONTRA A SÍRIA (E A RÚSSIA)

Jogo aberto, sem eufemismos nem exercícios semânticos. O discurso do presidente dos Estados Unidos na Assembleia Geral da ONU regressou àquela que é a estratégia de sempre do Pentágono, pelo menos há dez anos: derrubar o governo da Síria, apear "o carniceiro de Damasco" - parafraseando Trump. Nada de "revoltas populares", ou "primaveras árabes" ou inexistentes distinções entre terroristas "moderados" e "radicais". Guerra de agressão para mudar um regime e fazer com que a Síria siga o caminho do Iraque ou da Líbia. Nada mais. Porém, neste caso, procurar consumar o objectivo significa entrar em confronto com a Rússia. Estaremos então perante uma situação de guerra com amplitude e consequências incalculáveis. Agora ficou claro: os países que insistirem em manter-se associados a Washington na chamada "coligação internacional" já sabem ao que vão.

QUANDO A NATO CONJUGA A GUERRA COM OS NEGÓCIOS

A NATO está a transformar-se num ninho de empresas público-privadas para desenvolver grandes negócios gerados por actividades associadas à indústria da morte, também designada "de defesa e segurança".

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