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O LADO OCULTO - Jornal Digital de Informação Internacional | Director: José Goulão

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NATO AMEAÇA VENEZUELA A PRETEXTO DO CORONAVÍRUS

A NATO decidiu assumir o “combate à crise do coronavírus”. Por exemplo, enviando bombardeiros com capacidade nuclear para sobrevoar o Ártico até aos limites do território russo; e colocando navios de guerra nas costas da Venezuela, com poder de assalto, porque o presidente Maduro “usa a crise do coronavírus” como pretexto para “aumentar o narcotráfico”. O atlantismo move-se, como é evidente, por razões “humanitárias”.

POR ONDE ANDA O PACIENTE ZERO?

Mattia é um cidadão italiano de 38 anos de Codogno, Lombardia. Socialista e sociável, desportista que corre maratonas, extrovertido, saudável, certamente nunca mais esquecerá os primeiros meses de 2020. Não só por lhe ter nascido a filha, Giulia, já em Abril, mas também porque venceu o combate que travou de 19 de Fevereiro a 25 de Março contra o novo coronavírus SARS-CoV-2, que entretanto lhe vitimou o pai e atingiu ao de leve a esposa, Valentina. Não ficam por aqui os episódios em redor de Mattia: ele foi o quarto caso de COVID-19 em Itália, o “Paciente nº4”; mas como não teve qualquer contacto com a China nem com os três primeiros infectados na Lombardia, oriundos da cidade chinesa de Wuhan, foi considerado o “Paciente italiano nº 1”. A história de Mattia é suficiente para por em causa a versão oficial, adoptada pelos media corporativos, de que tudo terá começado no mercado de frutos do mar e animais exóticos de Huanan, na cidade chinesa de Wuhan. Há outros caminhos a percorrer para tentar descobrir o Paciente Zero da pandemia.

O NEOLIBERALISMO, O VÍRUS E A EUGENIA

Escrevo num momento em que apenas a China e a Coreia do Sul parecem estar a ter algum tipo de controlo sobre a pandemia de coronavírus. O pacote de estímulo à economia de dois biliões de dólares anunciado pelo governo dos Estados Unidos não contempla a protecção ao emprego, o congelamento das rendas de casa ou apoios significativos aos rendimentos da maioria das pessoas. Onde poderemos procurar analogias que nos ajudem a entender este momento? A crise da SIDA? A crise económica de 2008? A SARS (Síndrome Agudo Respiratório Grave) de 2002-2004?

CHINA ALIGEIRA QUARENTENA EM WUHAN

Após 76 dias de quarentena, habitantes de Wuhan, na província de Hubei, China, puderam começar a sair da cidade no quadro de um aligeiramento das restrições contra a pandemia de COVID-19.

COMO SE PROCESSOU A “SEMENTEIRA DE VÍRUS”?

Em Wuhan, China, nem todos os primeiros infectados com o novo coronavírus (COVID-19) tiveram contactos com o mercado de produtos do mar, onde se diz que tudo começou; em Itália, os primeiros pacientes a partir dos quais se desencadeou o grande e mortífero surto não tiveram qualquer contacto com a China; na Coreia do Sul houve grupos de infectados sem qualquer associação à China ou a Itália. Alguém andou a “semear” vírus em lugares diferentes e mais ou menos ao mesmo tempo.

UM GENERAL COMO “PRESIDENTE OPERACIONAL” DO BRASIL?

A notícia de que o general Walter Braga Netto, chefe da Casa Civil de Bolsonaro, se tornou o “presidente operacional” do Brasil já circula fora do país e foi confirmada pelo jornalista argentino Horacio Verbitsky.

PANDEMIA E SOCIEDADE – NEGACIONISMO É GENOCÍDIO

Acompanhar o desenvolvimento da pandemia provocada pelo SARS-CoV-2 obriga a um esforço de constante actualização dos dados. O caminho da pandemia, dos seus efeitos, é previsível. Todavia, por cautela imposta em razão da objectividade, vamos aferindo os dados que, infelizmente, confirmam as piores previsões.

MAIS DINHEIRO PARA ARMAS DO QUE PARA A PANDEMIA

Na Itália martirizada pela tragédia do novo coronavírus as despesas militares anuais são superiores à verba aprovada pelo Parlamento para combater a emergência sanitária. Faltam camas de hospitais, mas Itália possui os mais modernos caças F-35 norte-americanos, a preços de uma fortuna por unidade. Isto acontece numa Europa em que os Estados Unidos prosseguem as manobras militares em plena crise e onde podem fazer cada vez mais o que entenderem.

ORBAN CONCENTRA PODERES NA HUNGRIA

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, vai governar por decreto no âmbito de um estado de emergência declarado alegadamente contra o coronavírus e estabelecido por tempo indeterminado.

NATO TREINA GUERRA NUCLEAR NA EUROPA

Bombardeiros “furtivos” B-2 norte-americanos com capacidades nucleares colocados na base portuguesa das Lajes têm vindo a fazer voos de preparação no Atlântico Norte escoltados por moderníssimos caças F-35 de outros países da NATO, designadamente noruegueses. As operações decorrem no âmbito dos jogos de guerra Defender Europe 20 que os Estados Unidos decidiram manter na Europa apesar de o continente estar mergulhado na tragédia do novo coronavírus. Sendo o comandante supremo aliado na Europa, general Tod Wolters, um defensor do uso de armas nucleares num primeiro ataque – como explicou no Senado de Washington - estes movimentos são suficientes para obrigar os generais russos a colocar também o dedo no gatilho nuclear. O que se trama na Europa enquanto os povos europeus sofrem?

PARADOXOS DA PANDEMIA: INTERNET E TRABALHO À DISTÂNCIA

Um paradoxo se impõe nas nossas vidas por força do novo coronavírus (o SARS-CoV-2) e da doença que alastra (COVID-19): precisamos de estar isolados e, simultaneamente, mais unidos. Para contornar este paradoxo surgiu uma primeira resposta de base tecnológica - o teletrabalho - onde os recursos cibernéticos são assumidos como instrumento essencial em muitas actividades (nas áreas administrativas, educativas, de gestão e comunicação, entre outras).

AS SANÇÕES COMO SENTENÇAS DE MORTE

Os governos de oito países sob sanções ilegais dos Estados Unidos dirigiram-se a várias instâncias internacionais, entre elas o secretário-geral da ONU, advertindo que esses bloqueios estão a impedir os seus povos de combater eficazmente a pandemia de coronavírus (COVID-19).

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